Convite ao uno, ao silêncio da urbe, aos sons que nos apaziguam e nos remetem ao encontro inadiável com a nossa matéria e a nossa essência, onde nos reconstruimos, em caminhos desertos de atropelos ou ganâncias, delineados na inocência das pedras e das árvores, elegantes na arte dos artesãos do belo, mantidos na veleidade do instante, ali dormem, na espera do corpo que hão-de abrigar, do cansaço que hão-de mitigar, da cegueira que hão-de curar.
Miradouros onde o nosso corpo adormece, deixando o espirito voar...


