Não tendo nunca reconhecido conhecer a face negra de mundo, deus, homem ou mulher, sempre lhe coube a ela, menina, o papel de guardiã dos enfeites de natal.
É ela, por isso e por fim, que na sua irreverência ingénua de papel distribuído não mais que o especificamente desejado, vem desejar a todos, ateus, agnósticos, religiosos submissos ou protestantes insubmissos, espirituais ou espirituosos, um natal de amor e paz, na harmonia possível do quotidiano feito data.
Não desiste ela, do Amor.
E ainda bem.






