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sábado, maio 09, 2009

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Quando no post anterior escrevi "Música: como última escolha...." longe de mim imaginar que o sentido da frase seria outro e mais desastroso: placa de som não resistiu à briga sangrenta entre antívirus, de que é vitima este portátil, sucumbindo assim, aos primeiros dias de Maio (o tal mês das horas mágicas no céu).

Para provar que a magia também acontece em terra, só mesmo o espectáculo de Rão Kyao ontem, no Museu do Oriente, que me inundou de emoção e prazer.

O mesmo prazer que me deu há mais de vinte anos, na pequena sala de espectáculos de um sindicato, perto da Praça D.Luís, em Lisboa, quando o ouvi ao vivo, pela primeira vez.

Há realmente sons e percursos, que fazem sentido nas nossas vidas.

E mais não posso fazer...

Espero voltar aqui, o mais breve possível, para vos visitar.

Entretanto, este meu navio, está mesmo a precisar de estaleiro.

Beijos e boas navegações!!!

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terça-feira, abril 28, 2009

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hoje, voltava aqui
e voltava a subir a mesma escada
com a mesma ânsia de a descer.
hoje, voltava aqui
voltava a ler o mesmo jornal
a ler as mesmas notícias
e voltava a olhar o mar
como se nada houvera lido.
voltava como se nunca tivesse saído
e saía como se nunca houvesse entrado.

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o mar chama-me.
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Música: there is a light that never goes out, Morrissey
in this world, Moby
(estes 30 segundos racionados de musica desesperam-me!)

domingo, dezembro 28, 2008

FELIZ ANO NOVO


"Há barcos que só passam uma vez"




E se desta afirmação, nos pode restar a dúvida se outros existirão, que possam passar mais vezes, o mesmo não acontece, se, à afirmação (que foi slogan publicitário, para um qualquer evento náutico em 2004 e que por qualquer razão, fez sentido para mim), trocarmos a palavra "barcos", pela palavra, "anos".




Efectivamente, o tempo, esse vampiro, não nos permitirá voltar a navegar esse barco já vivido.




Por isso, que este barco, do qual ainda só vislumbramos a chegada e que não mais voltará a passar, seja um veículo para a paz no mundo, para a serenidade no nosso coração, a vela que nos levará à terra que sempre sonhámos alcançar, que seja a força que constroi a alegria, o leme que não nos permite o desperdício da viagem...que seja...!



...E que dele, seja possível, a colheita dos frutos do vento.










Músca:

1) Love Theme (Blade Runner), Dick Morrisey.

2) To be by your side, Nick Cave