terça-feira, março 24, 2009

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- em nós a,

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acção da mobilidade dos ventos perante a permanência dos factos.
acção da mobilidade dos factos perante a persistência dos ventos.
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"Peça sobre peça, numa longa e árdua construção"

Música: Simun (Orient Winds), Arabesque.

48 comentários:

mdsol disse...

beijinho a correr

:)))

pb disse...

Não comento. Apenas me deixo embalar ao som da musica e o pensamento fluir livremente, um beijo

vaandando disse...

deixemos zoar o vento !

abraço

____________ JRMARTO

Mar Arável disse...

Se a vida fosse toda racional

não existiria espaço

para respirar

o vento

Licínia Quitério disse...

Construir, destruir, reconstruir. E permanecer. Únicos e iguais.

Um beijo. Outro.

Luis F disse...

Palavras e imagem numa comunhão perfeita... adorei navegar neste teu mundo e sentir...

Excelente

Com amizade
Luis

Idun disse...

"pedra sobre pedra, sobre o sal do corpo/ colunas muros testemunhos/ marcas de água". roubei estas palavras ao poeta vasco pontes, porque achei que viria muito a propósito deixá-las aqui.

marradinhas amistosas

Teresa Durães disse...

a propósito de racional, hoje também não estou com grande vontade disso eheheh mas vem o chefe e lá coloco as emoções de lado.

Claro que o ideal era uma euforia mas não vendem por catálogo

anad disse...

E continuo a minha empreitada. Esta temporada foi rica em cinema. Ainda me falta uma boa meia dúzia.
Anad

Marina disse...

... não vá o vento apagar para sempre o mais importante dos factos

... não vá o vento levar para longe a peça chave de toda a construção

Baudolino disse...

Excelente blog!
abraço

Duarte disse...

Prémio à constância na construção.
Bonita perspectiva!

Não sou amigo do vento... e depende de que factos...

Breves palavras para um muito que debater.

Que a vida te sorria, Desejo.

Deixo-te um grande abraço de boa amizade...

Rui disse...

Abrigar das correntes de ar.

Alien8 disse...

Arabica,

Sobre o post anterior, há dias terr´veis... mas passam. Cuidado com o ler na rua... os automobilistas andam cada vez mais doidos.

Boa opção, o espiritual.

E melhor ainda, a tua esperança.

Com licença, que vou ouvir o Adriano. Um dia contar-te-ei a história de um "Pé-de-Vento" que morreu quase à nascença... porque ele não chegou, como dizia, "à revisão dos quarenta".

Um beijo grande.

Alien8 disse...

Olha, não encontro aqui o "Cantar de Emigração":(

Não faz mal, já estou a cantá-lo para dentro. Tal como a "Canção com lágrimas e sol".

Arabica disse...

Mdsol, muito corres tu menina!!

Isso é por causa do blogueio? ;)


Beijinhos

Arabica disse...

PB,

pois que flua, amigo.


Como o vento.


beijos

Arabica disse...

Marto,


deixemos.


Que ele nos lembre a força do nosso gesto.


Mesmo que temporalmente, os factos nos pareçam imutáveis.


Abraço.

Arabica disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Arabica disse...

Mar Arável


e como temido e admirado pode ser o vento!


Dele fugimos e a ele não resistimos.


Beijo

Arabica disse...

Licínia,


aparentemente o gesto envelhecido na rotina dos anos.

E ainda assim, com tanto poder!


Dois beijos.

Arabica disse...

Luis,


obrigada pela tua visita.


Trazes em ti o cheiro do rio da minha juventude, do cais branco a entrar pela água a dentro, dos caranguejos em fuga pelas pedras, nas marés crescentes.

Um beijo.

Arabica disse...

Obrigada, Idun, pelas palavras de Vasco Pontes, que muito apreciei.

Sob o sol e sobre o sal, o vento nos anima o gesto.


Acção de viver, sem desistência.

Arabica disse...

Teresa,

o racional pode sempre pedir um coffee break ao chefe, não pode? :)


ai ai :))

Arabica disse...

Anad,


é verdade, está a ser uma boa temporada de filmes, ao contrário do ano passado.

Esta semana fiz gazeta.

Preferi no fim de tarde livre, conversar e andar por Lisboa.
Parecia Marrocos: um calor sufocante e uns pingos de chuva inseguros e quentes.

Beijos

Arabica disse...

Marina, o vento é a vida.


Entendeste-me completamente.


Por isso, o chamo, aqui.

Beijo

Arabica disse...

Duarte,


pois não é o vento que agita na dança os corpos dos eucaliptos? Pois não pode ser o vento, a vida que nos anima o gesto, na teimosia de não deixarmos a memória do corpo esgotar-se?

Sob o efeito do vento vida somos levados a não desistir da construção.

Da nossa e da dos que amamos.

E assim continuamos: peça sobre peça...


Um xicoração com carinho e um sorriso, homem aparentemente anti vento :)

Arabica disse...

Rui,


com este calor que se faz sentir :) nem se sente a deslocação do ar :)


Onde andam os ventos berberes? :)



Beijinhos para ti e para a.

Arabica disse...

Ainda Rui, chegaram a tomar café?


:)

Arabica disse...

Alien :)


Eu sou verde:) não conduzo, não tenho carro, não poluio o ar :) por isso leio enquanto me desloco nos transportes públicos.

O grande risco é deixar passar a paragem de autocarro que pretendia :))


Fico à espera do dia do Pé de Vento. Que não demore muito. Que o tempo e o vento não são por encomenda :))

Lamento que não tivesses vindo a tempo do Adriano. Prometo, depois de refeitos os corações militantes que por aqui andam, voltá-Lo a põr.


Cantar tanto uma como a outra é uma emoção.

Sempre foi.


Um abraço.

mariab disse...

a vida é feita de eterna construção. um pouco ao sabor (ou contra) os ventos. beijos

Alien8 disse...

Arabica,

Pedão, verde sou eu :)))

Duarte disse...

Sim, Amiga, não gosto do vento, mas sim da brisa.

Os efeitos do vento sobre a folhagem é um dos fenómenos da natureza que gosto de perceber, mas, se é possível, sem que faça a barba.

Que não se zanguem comigo os Srs. da energia eólica...

Sigo-te, deixo-me embalar pela prosa.

Abraço-te com a ternura própria do momento

triliti star disse...

peça sobre peça,post sobre post, arduamente.

a caminho de que meta?

o que faz correr o contrutor?

com ventos contrários ou a favor

ou sem quelquer sopro ou brisa...

meus instantes e momentos disse...

lindo.....!
Maurizio

tinta permanente disse...

Vou ao meu psiquiatra: por que me lembrei eu, aqui, agora, do operário da construção do Chico Buarque? Não vem nada a propósito! E... se estou enganado? Vou. Vou mesmo...

abraços!

Justine disse...

Uns construindo, outros destruindo...mas sempre tudo em permanente transformação.
Foto magnífica, a tua:))

Rosa dos Ventos disse...

Árdua mas harmoniosa!

Abraço

heretico disse...

belas as texturas do tempo e do vento. que tu recrias...

beijo

Arabica disse...

Mariab,


muito trabalhamos nós!

:)


beijos

Arabica disse...

Alien :)


deixas-me também ser? ;)

Arabica disse...

Duarte,


uma boa ventania, de vez em quando, aclara-nos as ideias, aquelas que tendem a fechar-se em teias...

Eu gosto de vento.

Leva-nos à acção.


Um abraço grato pela tua atenção.

Arabica disse...

Triliti Star,


uma acção, um dia, um movimento.

Posts em espelho.
Apenas. Sem objectivo próprio.


O que nos faz erguer muros que nos protejam dos ventos ou içar velas que nos levem com eles?


Resistir-lhes, dominando-os, possuindo-os, fazendo-os nossos aliados?


Vento vida e a nossa resistência.


Beijos

Arabica disse...

Maurizio,


obrigada.


Um beijo.

Arabica disse...

Tinta Permanente,


não vás.


:)


Lembra muito a construção de Chico Buarque. Eu própria tive que resistir à ideia de aqui a editar :)


Espero chegar a tempo de te poupar a viagem :))


Um beijo!

Arabica disse...

Justine,

é verdade, é exactamente assim.


A foto é um muro na vila de Olhos d'Água, no Algarve.

Detalhe muito criativo e muito belo aos olhos.

Beijinhos!

Arabica disse...

Rosa dos Ventos,


sempre tentando o equilibrio e a harmonia, sim.


E um abraço carinhoso para ti, amiga.

Arabica disse...

Heretico,


sou viciada em texturas.

Em Marrocos, ficava horas planando nas texturas vistas e experimentadas.


Por acaso, ao tirar esta foto, lembrei-me muito desse país e dos seus artesãos.

Abraço.